MAIS UM TAPA NA CARA DOS DESARMAMENTISTAS

Texto curto e direto aos fatos (acabaram de sair do forno).

Recém-divulgado relatório de estatística de crimes nos EUA pelo FBI.

Fatos:

  • No ano de 2012 os americanos compraram vinte milhões de armas.
    • Quase 2 vezes mais armas novas, em um ano, do que todas as armas legais no Brasil.
  • O total de armas de fogo nos EUA passa de 300 milhões.
  • Em 2013, nos EUA:
    • O crime violento caiu 5%
    • Homicídios caíram 4.4%
    • Estupros caíram 7%
    • Assaltos caíram 3.5%
    • Agressões caíram 5.6%
  • Crimes violentos nos EUA atingiram seu menor nível desde 1935, mesmo com extrema recessão.

Isso, acima, em um ano, não em dez. Agora eu pergunto. Porque será?

Qual é a resposta dos desarmamentistas contra fatos? Eu realmente não sei qual a próxima mentira que vão inventar. Como é que existe alguma pessoa com inteligência que acredite nesses canalhas do Viva Rio e Sou da Paz? São traidores, movidos apenas por dinheiro, fazem parte do problema, não da solução.

Bom, os fatos acima provam muitas coisas. Pra começar, mais armas, menos crimes e muito menos crimes. Pessoas mais “frágeis”, como exemplo as quase 5 milhões de novas atiradoras desde 2012 nos EUA, são as que mais se beneficiam do uso de uma arma de fogo (vide números de estupros). Os valentões e os criminosos não são burros. Eles metem o rabo no meio das pernas quando a vítima está armada e reage. Ou tentam a sorte e acabam no cemitério, fazendo com que sua carreira de crimes pare repentinamente. Ou seja, reaja. Mais, recessão e aumento de pobreza não faz aumentar o crime. Tudo contrário à cartilha dos canalhas desarmamentistas.

Já escutei o Bene Barbosa (Presidente do Movimento Viva Brasil – Conheçam!) repetir isso um milhão de vezes, mas plagiando: PQP, PQP, PQP!!!! Tem alguém com cérebro que ainda acredita nos canalhas do desarmamento?

Querem um Brasil com menos crimes? Revoguem imediatamente essa aberração que é o “estaburro” do desarmamento. Dados não faltam, só não vê quem não quer, ou quem tem más intenções.

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Um brasilerio que mora na Florida - EUA e apaixonado por armas de fogo. Economista, youtuber (Canal Gosto de Armas), com foco em análise de armas e munições pelo ponto de vista civil. Mudei para os EUA a trabalho, onde posso realizar meus sonhos em relação a colecionismo e recreação com armas de fogo.

5 COMENTÁRIOS NO ARTIGO: “MAIS UM TAPA NA CARA DOS DESARMAMENTISTAS

  1. Acho ridícula essa comparações que tentam “provar” que quanto mais armada a população, menor é a criminalidade. O Estados Unidos não reduziu a criminalidade porque a população ficou mais armada, mas porque o governo investiu pesado na segurança pública, educação e qualidade de vida. Pois, se fosse o porte de arma que verdadeiramente desse segurança, os Estados Unidos, desde a promulgação de sua constituição, sempre seria muito seguro, porque o direito ao porte para os americanos é constitucional. Alguns dados: o Japão tem rígidos controles na posse e no porte de arma e é simplesmente é um dos países mais seguros do mundo! E em Honduras o cidadão pode ter 5 armas e é um dos países com mais índices de mortes no mundo! O que pode ser feito no Brasil é no máximo analisar se não há arbitrariedade do Delegado da Polícia Federal para permitir a posse de arma, mas revogar o Estatuto do Desarmamento é um grave erro. Temos que pressionar mais incisivamente o poder público para controlar a circulação ilegal de armas, dificiltando ao máximo o acesso a armas para os criminosos.

    1. Ismael,
      Você confunde série histórica após um fato relevante com comparação estática entre dois países. A relevância de uma ação de desarmamento não se dá comparando um país com outro em um momento estático no tempo.
      A forma correta de fazer uma análise desse tipo é olhar uma séria histórica, após alguma ação de controle ou liberação de armas. Se ocorre um fato relevante, como uma ação de controle de armas, e logo em seguida nota-se um aumento da criminalidade, isso pode significar que é relacionado, mas não é certo que seja.
      Sim, existe uma infinidade de fatores que podem influenciar em aumento/diminuição de criminalidade. Mas, toda vez que uma ação de controle de armas acontece, nota-se um aumento de criminalidade violenta. Pode não ser a causa, mas prova que o contrário não é verdade, que o desarmamento da população não contribui para a diminuição de crimes violentos.
      No mínimo não influencia na criminalidade, mas o desarmamento pode sim, fazer parte de um conjunto de fatores que pioram índices de criminalidade.
      O controle de armas ilegais no Brasil é impossível, pois as fronteiras do Brasil são gigantes, as secas e molhadas, nem os EUA, com uma infinidade de recursos consegue controlar uma apenas fronteira com o México, o Brasil vai conseguir controlar uma enorme fronteira com quase todos os países da América Latina? O governo brasileiro é completamente incompetente, não consegue prover nada de qualidade, esperar que eles farão alguma coisa é utopia no mais alto grau.
      Abs,
      G.A.

  2. De fato, o crime organizado nos ultimos 12 anos tem se revelado publicamente as midias, e aumentando, a uma década atrás ñ se via ou ouvia assalto a carro forte com .50mm q derruba helicoptero ou usar dinamite simplestmente em caixa eletronico, tudo isso em cidades do interior, digo isso pois sou paranaense, muitas tem no maximo 50mil habitantes. Hoje invasao de casa, ñ vai para a cadeia, se for , no maximo 1 a 4 dias dependendo da jurisdiçao local. Como artigo anterior, hoje o cidadao trabalhador vale menos q um marginal desses. Desculpe Ismael, a lei do desarmamento só provou uma coisa, que não ajudou em nada nas estatisticas ou sensos. De fato, nossas corporaçoes estao sucateadas, o famoso “Direitos humanos” na minha opinião, eu ,é uma prostituta vendida a leilão para aqueles que querem tê la como poder, e ñ como justiça. Enfim, assim como nosso governo é, e esta desacreditado, tudo nele é dificil, nós cidadãos de bem,trabalhadores, honestos, pagantes de fortunas de impostos, de acreditar no melhor a soberania da nação.

  3. Eu não sou desarmamentista, porém sou progressista e de esquerda e defendo o direito à auto defesa do cidadão. Mas advogo que um portador de arma de fogo tenha que ter treinamento e qualificação técnicas quase equivalentes a de um policial, com exames semestrais de proficiência ou sua licença será retirada. O que me surpreende no Brasil é que aqui tentaram métodos de controle de armas e de super encarceramento, ações tomadas em outros países e que deram certo lá e aqui foram rotundos fracassos. O crime organizado se fortaleceu, as policias matam mais, morrem mais policiais e os criminosos perigosos ficam pouco tempo na cadeia e quando ficam, comandam suas facções de dentro dos presídios, tranquilamente. Eu só acredito no direito ao porte de armas no Brasil se ele ocorrer conjuntamente com um programa nacional bem amplo de qualificação de bons atiradores civis que conheçam as leis e saibam usar o seu equipamento com segurança. Do contrário, creio eu, criminosos vão caçar portadores de armas para lhes roubar os artefatos como já ocorre hoje com vigilantes, GCMs, policiais e militares….Como a redução da desigualdade social no país ainda é um sonho distante não nutro muitas esperanças aqui. Tudo que deu certo lá fora deu muito errado aqui dentro…

  4. Andre Luiz, essa sua idéia de tornar obrigatória uma série de treinamentos periódicos a princípio pode parecer boa para garantir boa capacidade técnica para os portadores de armas, mas ao mesmo tempo serve para um controle absurdo do Estado. Esse absurdo de que o Estado deve estar em tudo é ridiculo! Para garantir que os proprietários de armas pratiquem com suas armas basta que os impostos não sejam ridicularmente altos e impeditivos, assim você pode estimular que as pessoas pratiquem tiro desportivo ou frequentem estandes de tiro. Quanto ao treinamento que você acredita ser dado para os policiais, parece estar bastante desinformado, pois a regra no Brasil é que as policias são super mal treinadas e desprovidas de recursos para formação e aperfeiçoamento. Procure informar-se melhor antes de propor o aumento do poder do Estado.

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